O Grupo Desportivo de Foz Côa venceu hoje a final da taça da AFGuarda derrotando o Trancoso por 3-1. O jogo decorreu esta tarde no estádio Municipal Augusto César de Carvalho na Mêda. Desde já felicitamos a equipa da nossa cidade e que venham mais títulos, pois qualidade temos!
Sábado, 12 de Maio de 2012
G.D. de Foz Côa Vence final da taça da AF da Guarda
Sexta-feira, 11 de Maio de 2012
Caminhada "Grande Rota do Vale do Côa"
A associação ATN (Transumância e Natureza) organiza, a 12 e 13 de Maio, a caminhada "Grande Rota do Vale do Côa", em Castelo Melhor, Almendra, Algodres, Vale de Afonsinho e Cidadelhe. Inscrições limitadas até dia 11 de Maio.
"A ATN organiza a primeira travessia completa da Grande Rota do Vale do Côa, um percurso único e de grande beleza natural", escrevem os organizadores.
No dia 12 de Maio realiza-se a etapa Castelo Melhor - Hortas da Sabóia, local de acampamento. No dia 13 de Maio é a vez da etapa Hortas da Sabóia - Cidadelhe, atravessando a Reserva da Faia Brava.
O que trazer?
- Calçado e roupa apropriada para caminhada, água, comida para os almoços e pequeno-almoço de domingo.
- Binóculos para observação de avifauna, máquina fotográfica para registar as belas paisagens do vale do Côa.
- Cada um deve, trazer equipamento de campismo, tenda, saco cama.
Custo:/b> 15€, inclui jantar de sábado, transporte de material pesado, seguro e guia.
Contactos:
Email: geral@atnatureza.org
Fonte: Público
Quarta-feira, 2 de Maio de 2012
Investimento de 5,5 milhões na ampliação de quatro cais no Douro
O Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos está a investir cerca de cinco milhões e meio de euros na ampliação e remodelação quatro cais fluviais ao longo do rio Douro: Pocinho (Vila Nova de Foz Côa), Régua, Pinhão (Alijó) e Castelo de Paiva.
Os dois primeiros já estão em obra, sendo que o investimento no Pocinho ronda 1,9 milhões de euros e na Régua é de cerca de um milhão. Em ambos os casos, os trabalhos devem estar concluídos até ao final deste ano. Até ao termo de 2012 também deve acabar a obra no cais do Pinhão, para o qual foi recentemente aberto o concurso público e que orça 600 mil euros. Já o de Castelo de Paiva, onde serão gastos mais 1,9 milhões de euros, ainda está em fase de preparação do concurso, pelo que mesmo que a construção comece este ano só será concluída em 2013.
"Estas empreitadas visam dotar a via navegável de melhores condições de operação, numa altura em que se assiste ao crescimento do negócio do turismo fluvial", justificou, ao JN, o diretor da delegação do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) do Norte e Douro, Joaquim Gonçalves. Acrescentou que estas obras fazem parte de um plano de investimentos em infraestruturas fluviais de 27 milhões de euros, estipulado há dois anos. Em todos os casos, 70 por cento do valor é assegurado por fundos comunitários.
Embora não tenha ainda saído do papel, Foz-Tua, em Carrazeda de Ansiães, também "vai ter um cais". Joaquim Gonçalves diz que o IPTM vai começar a trabalhar no projeto que será ainda aprovado este ano. "Um cais importante não só por razões de comodidade para os nossos clientes mas também por causa da segurança", frisa.
Ainda sem data de concretização está o alargamento e aprofundamento do canal navegável ao longo de mais de seis quilómetros entre Foz-Tua e a barragem da Valeira. "É o ponto mais frágil do ponto de vista da navegação, pois só tem 2,5 metros de profundidade e 20 metros de largura", assume o diretor delegado do IPTM Norte e Douro, revelando que um estudo já efetuado prevê o aprofundamento do canal até os 4,2 metros e a duplicação da largura, o que obrigará a gastar ali 25,5 milhões de euros. "Será feito quando houver oportunidade e quando o tráfego fluvial o exigir", ressalva Joaquim Gonçalves.
Saber mais:
40 Milhões de euros - Volume anual de negócios estimado (por baixo) para os cruzeiros fluviais no Douro acima da barragem de Crestuma. E prevê-se que continue a crescer.
10 Navios-hotel - Frota que navegará no Douro já em 2013, sendo que 97% da ocupação é estrangeira. Em 2014 será de 12 navios.
50% - A taxa de ocupação da via navegável ainda se situa um pouco abaixo desse valor, mas se um dia a capacidade for esgotada as viagens noturnas surgirão como uma hipótese para descongestionar o rio durante o dia. Para tal será necessário investir 10 milhões de euros em sistemas de controlo e gestão.
17% - Quota do tráfego fluvial registado no Pinhão, sítio de excelência para o turismo pela facilidade intermodal entre o cruzeiro de rio e o comboio. O turista sobe o Douro no primeiro e desce no segundo, e vice-versa. "O comboio gera competitividade aos barcos", sublinha Joaquim Gonçalves.
Fonte: JN
Quinta-feira, 12 de Abril de 2012
Exposição: “Côa: Reinventar a Arte da Nascente à Foz" - Vai Passear - Guia de Turismo Online
A 18 de Abril, Dia Internacional dos Monumentos e dos Sítios – “Do Património Mundial ao Património Local: Proteger e Gerir a Mudança”, vai ser inaugurada, pelas 15h00, no espaço “Portas do Côa”, do Centro Cívico Nascente do Côa, a Exposição “Côa: Reinventar a Arte da Nascente à Foz”.
Esta Exposição surgiu da sinergia entre a Câmara Municipal do Sabugal e a Fundação Côa Parque (Parque Arqueológico / Museu do Côa), destacando-se o papel catalisador da Junta de Freguesia dos Fóios, tendo por denominador comum o Rio Côa e as formas de arte primitiva ao longo do seu curso, da Nascente à Foz, promovendo o património e a sua relação com o Homem / Território.
A presente iniciativa concretizou-se, com a adaptação de uma sala, no Centro Cívico Nascente do Côa, equipamento gerido pela Junta de Freguesia dos Fóios, de modo a que este passe a comportar um espaço, que passará a designar-se “Portas do Côa”, e no qual, através de um percurso, serão apresentadas ao visitante as várias formas de arte que proliferam nas margens do Rio Côa - da Arte Património Mundial da sua Foz à Arte Local do Alto Côa - onde se destaca a Estela da Idade do Bronze dos Fóios.
Os conteúdos da exposição serão iminentemente gráficos, aplicados sobre o invólucro do espaço expositivo, com o complemento audiovisual de uma zona de projeção. A exposição terá como público-alvo jovens do 1º e 2º Ciclo e adultos de todas a idades e formações.
A Exposição “Côa: Reinventar a Arte da Nascente à Foz” resulta da estratégia da Câmara Municipal do Sabugal na promoção dos territórios e do desenvolvimento do turismo, numa perspetiva sustentável. O projeto integra a Estratégia de Eficiência Coletiva PROVERE “Turismo e Património do Vale do Côa”, tendo sido candidatado, pela Câmara Municipal do Sabugal, ao Programa Operacional Regional do Centro.
Fonte: VaiPassear
Sábado, 7 de Abril de 2012
Trancoso e Foz Côa na final da taça!!
Tiveram lugar esta tarde os jogos das meias-finais da Taça de Honra da Associação de Futebol da Guarda. O Foz Côa recebeu e venceu o Paços da Serra por 2-0, enquanto em Trancoso foi necessário recorrer às grandes penalidades para encontrar um vencedor. Depois de uma igualdade a um golo no tempo regulamentar, os locais superiorizaram-se ao Manteigas na marca de penalty, e ganharam no desempate por 4-2.
A final está marcada para o próximo dia 13 de maio.
Fonte: O Interior
Sexta-feira, 6 de Abril de 2012
Populares não desistem da reabertura do troço Pocinho-Barca d’Alva
A Associação de Amigos do Concelho de Foz Côa “Foz Côa Friends” não desiste de exigir a reabertura da linha do Douro entre o Pocinho e Barca d’Alva, no concelho de Figueira de Castelo Rodrigo. Para o efeito, promove no sábado a segunda marcha pedestre para chamar a atenção para a importância deste troço, desativado na década de 80 do século passado.
No ano passado, a “Foz Côa Friends” promoveu um primeiro passeio entre o Pocinho e a Estação do Côa, bem como uma manifestação no Porto. Com esta nova iniciativa, a associação quer «pugnar para a que a linha seja reaberta». Um dos argumentos é que o troço está na única região do país com dois patrimónios mundiais: o Alto Douro Vinhateiro e as gravuras rupestres do Vale do Côa. José Constanço salienta também a abertura do Museu do Côa, que recebeu 37 mil visitantes no primeiro ano de funcionamento, e que poderia vir a ganhar se os «turistas culturais» pudessem chegar de comboio, até porque a linha passa bem perto do espaço. O vice-presidente da “Foz Côa Friends” sustenta que o funcionamento da linha do Douro entre o Porto e Barca d’Alva é «importante para combater a crescente desertificação e poderia contribuir para combater as assimetrias desta zona».
Pelas suas contas, o regresso dos comboios nesta linha poderia servir «dois milhões de pessoas, do norte de Portugal e de Espanha», além de possibilitar ainda o transporte de mercadorias do porto de Leixões para Salamanca. Para a marcha de sábado, o dirigente acredita numa «grande adesão» por parte da população, num percurso com cerca de 15 quilómetros entre as estações do Côa e de Almendra. E critica a «fraca visão política dos governantes, que se estão a esquecer desta zona», até porque o «caminho-de-ferro é de uma utilidade brutal», defende. José Constanço lembra que a antiga secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, anunciou em agosto de 2009 que o troço Pocinho-Barca de Alva seria reabilitado e reutilizado. «Na altura, especialistas na matéria estimaram que a reativação da linha custaria 25 milhões de euros», refere.
Mas, com apoios comunitários, o Governo português «gastaria apenas sete milhões, o que é uma “bagatela”», sublinha, garantindo que a “Foz Côa Friends” «não vai descansar enquanto isto não chegar a bom porto». A concentração está agendada para as 7h30 na Praça do Município de Vila Nova de Foz Côa, seguindo-se de autocarro para a estação do Côa. A chegada à estação de Almendra está prevista para as 12h30.
Fonte: O Interior
Quarta-feira, 28 de Março de 2012
Sistema de videovigilância vai detectar incêndios florestais, Castelo Melhor vai ter torre de vigilância!
Projecto a candidatar a fundos comunitários foi apresentado aos autarcas do distrito da Guarda.
O distrito da Guarda pode vir a ser coberto por um sistema de videovigilância florestal, para vigilância do território e detecção de incêndios florestais, que substituirá o trabalho dos tradicionais postos de vigia que funcionam nos meses mais quentes do ano.
O projecto, executado pela empresa Globalvision, foi apresentado, recentemente, em Celorico da Beira, numa reunião da Associação de Municípios da Cova da Beira (AMCB), por sugestão do comandante do Comando Territorial da GNR da Guarda, segundo António Ruas, presidente da Câmara Municipal de Pinhel e da Associação de Municípios da Cova da Beira (AMCB).
“Todos os colegas [autarcas] estão disponíveis para apoiar este projecto que permite substituir os meios humanos dos postos de vigia por meios informáticos”, declarou o autarca ao Jornal A Guarda. Disse que os locais de instalação das câmaras de videovigilância “serão decididos pelas Câmaras Municipais, através das Cartas de Risco”, embora a empresa já tenha avançado com a possibilidade de instalação de 22 torres de vigia, que fazem a cobertura dos 14 concelhos do distrito da Guarda. “O projecto apresentado permite a vigilância do território a nível de incêndios e até a outros níveis”, evidenciou António Ruas, indicando que a sua implementação trará “benefícios relativamente ao tempo para o alerta da ocorrência, o que irá permitir combater muitos incêndios logo no seu início”.
Segundo o autarca, embora o Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) esteja em reanálise, as autarquias do distrito e a AMCB irão fazer contactos com a GNR e a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) para que a candidatura possa ser apresentada a fundos comunitários.
Adiantou que o projecto, que poderá orçar em mais de 1 milhão de euros, poderá vir a ser candidatado ao QREN. “Se houver comparticipação comunitária de 85%, o investimento a realizar pelas Câmaras Municipais é praticamente insignificante”, vaticinou o autarca.
Por aquilo que apurou o Jornal A Guarda, o projecto do Sistema de Videovigilância Florestal do Distrito da Guarda proposto pela empresa Globalvision propõe a cobertura do território com 22 torres, que funcionam de forma completamente autónoma e podem ser instaladas em infra-estruturas existentes ou construídas de raiz.
O plano sugere a instalação de três torres no concelho de Almeida (Almeida, Miuzela e Malhada Sorda), uma em Celorico da Beira (Baraçal), outra em Figueira de Castelo Rodrigo (Figueira de Castelo Rodrigo), duas em Gouveia (S. Pedro e Gouveia), três na Guarda (Jarmelo, Videmonte e Guarda), uma em Manteigas, outra na Mêda, duas em Pinhel (Pinhel e Freixedas), três no Sabugal (Monte S. Cornélio, Quadrazais e Soito), duas em Seia (Alvoco da Serra e Salgueiral), duas em Trancoso e uma em Vila Nova de Foz Côa (Castelo Melhor).
Refere que as câmaras de vídeo de elevada qualidade, utilizadas no sistema proposto, são “o meio mais eficaz de acompanhar e gerir remotamente as ocorrências, oferecendo aos Comandos (Comandos Distritais de Operações de Socorro – CDOS) uma preciosa ferramenta de apoio à decisão”. “É possível avaliar a situação de forma rápida e abrangente, eliminando inevitáveis erros ou omissões na transferência da informação, as quais poderão condicionar as tomadas de decisão”, adianta, referindo que o sistema também proporciona ao comando operacional “informação em tempo real, permitindo evitar deslocações ao terreno, muitas das vezes desnecessárias devido a falsos alertas”. São também fundamentais “em situações de múltiplas ocorrências, onde a gestão dos meios de combate e a tomada de decisão são de crucial importância”.
Ainda de acordo com a empresa, devido à elevada qualidade dos equipamentos propostos “é possível detectar fogos a distâncias superiores a 30 quilómetros”. Para além da detecção rápida de incêndios, é também evidenciado que o sistema de videovigilância permite vigiar a floresta e assinalar potenciais comportamentos negligentes ou criminosos, reduzir os custos operacionais, incutir um efeito dissuasor e a partilha de recursos entre a GNR e a ANPC.
A Globalvision também explicou aos autarcas que é possível fasear a implementação do sistema, tendo em conta as prioridades de vigilância e as disponibilidades financeiras, e integrá-lo num futuro sistema nacional de videovigilância florestal.
Fonte: A Guarda
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